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Sem amigos ninguém escolheria viver, mesmo que tivesse todos os outros bens.

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MERCÚRIO ALQUÍMICO: QUANDO O VALOR ENCONTRA CAMINHOS

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MERCÚRIO ALQUÍMICO: QUANDO O VALOR ENCONTRA CAMINHOS

Talvez o próximo passo da sua carreira não dependa de você se tornar melhor. Talvez dependa de permitir que aquilo que já existe em você finalmente circule.

Texto escrito por: Márcia Christovam - Psicóloga (CRP 09/1891), com 30 anos de atuação nas áreas clínica e organizacional, neuropsicóloga, especialista em técnicas projetivas e psicodiagnóstico Rorschach, analista junguiana e mestre em Ciências da Religião, com concentração em Cultura e Sistemas Simbólicos. É fundadora da Logos Cia — Clínica & Consultoria e idealizadora do Projeto Ninho — Alquimia da Carreira, no qual integra Psicologia, simbolismo, reflexão e experiências práticas para ampliar a consciência sobre escolhas e trajetórias profissionais.

Este artigo nasceu das reflexões, histórias e vivências conduzidas por Márcia no encontro do Projeto Ninho de 22 de agosto de 2026, dedicado ao Mercúrio Alquímico — O valor que encontra caminhos e cria oportunidades. O texto foi construído a partir de sua própria fala durante o workshop, especialmente das provocações sobre valor, liberdade, movimento, comunicação, troca, prosperidade e do simbolismo de Hermes, preservando o caráter vivo e experiencial com que esses temas emergiram no encontro.

Existe um excesso de conselhos disponíveis sobre carreira.

Faça um curso... Melhore o currículo... Apareça mais... Organize o Instagram... Faça networking... Aprenda a vender... Construa sua marca... Tenha disciplina... Se posicione.

Você certamente seria capaz de acrescentar mais dez itens a essa lista.

E eu não estou dizendo que essas coisas não sejam importantes. São.

Mas há uma pergunta que me acompanha:

Se o óbvio fosse suficiente, por que tantas pessoas competentes continuam sem alcançar os resultados que desejam?

Por que profissionais que estudaram durante anos continuam inseguros para oferecer aquilo que sabem?

Por que pessoas extremamente capazes permanecem invisíveis?

Por que há projetos excelentes que nunca chegam ao mundo?

Por que existem pessoas cheias de conhecimento, experiência e ideias que trabalham muito — às vezes demais — e, ainda assim, sentem que a carreira não anda na mesma proporção?

Talvez seja hora de sair um pouco do óbvio.

Foi esse o convite que fizemos no encontro do Projeto Ninho — Alquimia da Carreira neste dia 22 de agosto de 2026, quando mergulhamos no simbolismo do Mercúrio Alquímico.

Porque talvez o problema nem sempre seja falta de competência. Talvez exista valor.

Mas o valor esteja parado.

 

    Hermes se solta dos "paninhos de recém nascido"

O mito de Hermes começa com uma imagem que me encanta.

Ele acaba de nascer. Sua mãe o envolve nos paninhos próprios de um recém-nascido, coloca-o em seu lugar e, em algum momento, vira as costas.

Hermes se solta. E vai para a vida.

Isso é de uma força simbólica extraordinária. Porque Hermes não espera estar pronto.

Aliás, se formos rigorosos, ele está justamente no momento em que teria todas as justificativas para não estar pronto.

Acabou de nascer.

Mas ele vai.

Experimenta… Erra… Brinca… Bagunça algumas coisas… Descobre outras… Cria…

Em determinado momento, encontra uma matéria aparentemente comum e dela produz algo que ainda não existia: a lira.

Olha que interessante. Ele não recebe a lira pronta. Ele encontra alguma coisa no caminho e cria valor a partir dela.

Depois, aquilo que criou entra numa relação. Torna-se objeto de negociação, aproximação, troca. Hermes transforma conflito em possibilidade e segue seu caminho.

Mais tarde será justamente aquele capaz de transitar entre diferentes mundos.

Hermes entra… Hermes sai… Hermes atravessa… Hermes circula.

Talvez essa seja uma das perguntas mais importantes que podemos fazer para nossa carreira:

- Quão livre está o meu espírito para ir e vir?

- E se você não precisar estar pronto?

Essa pergunta me faz lembrar de uma história do começo da minha própria carreira.

Eu tinha acabado de me formar. Naquela época, a neuropsicologia ainda não tinha a configuração e a presença que possui hoje. Eu havia estudado algumas coisas, me interessava pelo assunto, mas não tinha toda a formação que posteriormente construiria.

Um dia, estava na clínica quando o telefone tocou.

Do outro lado da linha, alguém perguntou se eu fazia determinada avaliação de uma criança.

E eu respondi naturalmente:

— Faço.

Desliguei.

Um colega que estava comigo, que havia sido meu supervisor, olhou para mim quase sem acreditar.

Perguntou se eu já tinha feito aquilo alguma vez.

Não!

E como eu tinha acabado de dizer, com aquela tranquilidade toda, que fazia?

Minha resposta foi mais ou menos:

“Ela perguntou se eu faço. Eu faço. Agora vou estudar, vou procurar supervisão, vou atrás.”

Ele riu. E me disse uma coisa que só muitos anos depois consegui compreender na profundidade:

“Com esse espírito, você vai muito longe.”

Hoje eu sei o que ele estava vendo.

Ele estava vendo uma jovem profissional que, naquele ponto específico da vida, não estava esperando que alguém lhe entregasse um certificado imaginário dizendo:

AGORA VOCÊ ESTÁ PRONTA PARA COMEÇAR.

Eu fui! E, porque fui, precisei estudar. Porque fui, encontrei pessoas. Porque fui, busquei supervisão. Porque fui, conheci um caso que abriu para mim um universo inteiro. Porque fui, construí competências que depois se tornariam parte importante da minha trajetória profissional.

Preste atenção:

Eu não estou defendendo irresponsabilidade profissional.

Muito menos estou dizendo que devemos realizar aquilo para o qual não possuímos competência técnica e ética.

Estou falando de outra coisa.

Estou falando daquele lugar em que já existe em nós potência suficiente para começar, mas continuamos adiando a vida porque imaginamos que precisamos primeiro eliminar toda insegurança.

E talvez isso nunca aconteça.

Há coisas que aprendemos estudando.

Mas há outras que só aprendemos indo.

As coisas começam a acontecer quando a gente vai para a vida.

 

    Os "paninhos" nem sempre são externos

É fácil imaginar que alguém nos amarrou.

A família. A sociedade. O chefe. A falta de dinheiro. A idade. O mercado. As circunstâncias.

E, sim, existem condicionamentos reais.

Existem histórias que nos limitam. Existem experiências de rejeição, humilhação, fracasso e desvalorização que deixam marcas profundas.

Mas chega um momento em que precisamos fazer uma pergunta um pouco mais desconfortável:

Quem está segurando os paninhos agora?

Porque podemos passar anos tentando descobrir quem nos prendeu e, ainda assim, continuar presos.

Existe tempo para compreender a ferida.

Existe tempo para chorar.

Existe tempo para elaborar aquilo que aconteceu.

Tudo isso é legítimo.

Mas existe também um momento em que precisamos perguntar:

E agora?

O que farei com a vida que ainda está diante de mim?

 

    Talvez liberdade também seja uma questão de valor

Durante o encontro, fizemos uma associação que considero particularmente provocadora:

liberdade e valor caminham juntos.

Observe o mundo concreto.

Uma moeda possui determinado poder de troca.

Um documento permite determinadas travessias.

Certos recursos ampliam possibilidades de escolha.

Quanto maior nossa capacidade de mobilizar recursos, maior tende a ser também nosso campo de possibilidades.

E então trouxemos essa imagem para dentro.

Talvez, muitas vezes, eu não me permita ir porque ainda não reconheci suficientemente o valor daquilo que vai comigo.

Se eu acredito que aquilo que tenho para dizer não interessa, eu me calo.

Se acredito que minha ideia é pequena, não a apresento.

Se acredito que meu trabalho não vale tanto, diminuo o preço.

Se acredito que ninguém desejará aquilo que ofereço, nem ofereço.

Se não reconheço valor em mim, qualquer fronteira parece grande demais.

E é aqui que a questão profissional deixa de ser apenas profissional.

Porque carreira é uma expressão da vida.

A maneira como me apresento profissionalmente carrega também a forma como aprendi a ocupar espaço, pedir, receber, desejar, aparecer, cobrar, negociar e ser visto.

Por isso algumas pessoas sabem muito, mas se escondem.

Outras trabalham brilhantemente para alguém, mas não conseguem sustentar a mesma autoridade quando precisam falar em nome próprio.

Outras criam projetos extraordinários, mas travam justamente na hora de dizer:

“Isso que eu fiz tem valor. E este é o valor da troca.”

 

    Qual é a sua moeda?

No encontro, fizemos dinheiro. Dinheiro de brincadeira.

Cada pessoa recebeu papel e criou as próprias moedas.

Mas havia uma condição: elas precisavam ser personalizadas.

Tinham que carregar alguma marca que dissesse:

Esse dinheiro veio de mim.

E enquanto as pessoas desenhavam, coloriam, escreviam seus nomes e criavam seus símbolos, uma pergunta foi sendo colocada:

Quanto cuidado você emprega naquilo que cria?

Você gosta do que produz?

Você olha para aquilo que faz e reconhece valor?

Ou entrega ao mundo qualquer coisa e depois deseja que o mundo reconheça nela um valor que nem você reconheceu?

Parece uma brincadeira. Mas não é.

Lembre-se das primeiras coisas que você criou quando criança.

Um desenho. Uma história. Uma dança. Uma brincadeira inventada. Uma ideia absurda.

- Como isso foi recebido? Alguém parou para olhar? Alguém disse: “Que interessante”? 

- Ou alguém rapidamente corrigiu? Riu? Comparou? Mandou você parar de falar? Disse que não era nada?

Ao longo da vida, vamos recolhendo sinais sobre aquilo que produzimos.

E, silenciosamente, esses sinais podem se transformar em uma pergunta interna:

Será que aquilo que vem de mim tem valor?

 

    Então montamos um mercado

Depois de criar as moedas, abrimos uma pequena feira.

Cada participante precisava escolher alguma coisa que pudesse oferecer ali, naquele momento.

Nada grandioso.

Um minuto de escuta verdadeira. Um abraço. Uma palavra. Uma pequena massagem. Um conselho. Uma ideia. Algo que aquela pessoa fosse capaz de entregar a outra.

E começou o comércio. Mas havia uma questão:

Não bastava ter algo para oferecer.

Era preciso comunicar. Era preciso olhar para alguém e conseguir tornar compreensível aquilo que estava sendo oferecido.

E mais:

O outro precisava desejar.

Poderia comprar. Poderia não comprar. Poderia achar caro. Poderia negociar.

De repente, uma brincadeira começou a revelar muita coisa.

Pessoas que tinham dificuldade em negociar.

Pessoas que escolheram ofertas extremamente trabalhosas quando poderiam gerar valor de maneira muito mais simples.

Pessoas que perceberam que poderiam ter se lançado mais.

Pessoas que descobriram valor justamente em características que costumavam diminuir em si mesmas.

E uma participante, que estava vivendo um momento profissional de “sair da toca”, terminou a brincadeira como a pessoa com maior quantidade de moedas.

É só brincadeira?

Claro.

E, ao mesmo tempo, não é.

Porque nossas brincadeiras também nos revelam.

 

    Carreira é circulação de valor

Talvez possamos reduzir uma parte importante da carreira a um circuito muito simples:

Existe algo que eu sei, faço, produzo ou transformo.

Isso é valor.

Mas esse valor precisa ser comunicado.

A comunicação precisa chegar a alguém.

Esse alguém precisa reconhecer naquilo alguma coisa de que necessita, deseja ou considera importante.

Então uma troca se torna possível. Essa troca pode inicialmente produzir dinheiro. Mas também pode produzir confiança. Reputação. Indicação. Relacionamento. Acesso. Experiência. Novas oportunidades.

E tudo isso volta para o sistema e amplia nossa possibilidade de gerar mais valor.

Por isso é importante reafirmar:

Carreira é um sistema de circulação de valor.

E quando alguma parte desse circuito fica interrompida, começamos a sentir que alguma coisa não anda.

Talvez você produza valor, mas não consiga comunicá-lo.

Talvez comunique, mas continue falando com pessoas para quem aquilo não é relevante.

Talvez as pessoas desejem aquilo que você faz, mas você tenha dificuldade em cobrar.

Talvez cobre, mas subestime o próprio trabalho.

Talvez tenha um excelente produto e continue esperando que alguém espontaneamente o descubra.

Talvez esteja estudando demais e circulando de menos.

Talvez trabalhe muito, mas toda sua energia esteja concentrada em tarefas de alto esforço e baixo retorno.

Talvez a pergunta não seja:

“O que está faltando em mim?”

Talvez seja:

“Em que ponto o meu valor parou de circular?”

 

    Precisamos desmistificar a venda

Há uma dificuldade importante especialmente entre profissionais que trabalham com cuidado, conhecimento, educação, saúde ou desenvolvimento humano.

A palavra venda às vezes parece quase ofensiva.

Como se vender diminuísse a nobreza daquilo que fazemos.

Como se cobrar contaminasse a entrega.

Como se dinheiro e propósito precisassem viver em lados opostos.

Mas pense comigo.

Se você possui algo que verdadeiramente pode ser útil para alguém, o que existe de errado em comunicar isso?

Vender, em sua forma ética, não é obrigar alguém.

Na nossa pequena feira, ninguém era obrigado a comprar.

Eu ofereço. Você escuta. Você percebe se deseja. Você decide = Existe liberdade dos dois lados.

Talvez vender seja muito mais simples do que aprendemos a imaginar.

É conseguir dizer:

“Eu tenho alguma coisa aqui que talvez tenha valor para você.”

E permitir que o outro responda.

 - Sim / Não / Agora não / Está caro / Vamos negociar / Quero.

Isso é troca.

 

    O resultado profissional precisa chegar à matéria

Há outro ponto que precisamos enfrentar sem pudor.

Se estamos falando de carreira, em algum momento o resultado precisa aparecer também financeiramente.

Não somente financeiramente. Mas também financeiramente.

Porque propósito sem sustentação pode virar exaustão. Entrega sem retorno pode virar ressentimento. Trabalho sem troca adequada pode consumir justamente a pessoa que deveria sustentar aquele trabalho.

O dinheiro não é a medida de todo valor humano. Longe disso. Mas, no campo profissional, ele é uma das formas concretas pelas quais uma troca retorna.

Você entrega tempo. Conhecimento. Experiência. Estrutura. Presença. Responsabilidade. Criatividade. 

E algo retorna. Essa circulação permite que você continue.

Invista. Contrate. Aprenda. Descanse. Crie. Amplie.

Prosperidade não é apenas acumular. Prosperidade também é conseguir manter o fluxo.

 

    Você precisa trabalhar mais ou circular melhor?

Talvez esta seja a pergunta que eu mais gostaria de deixar.

Porque somos muito facilmente capturados pela lógica do esforço.

Não deu certo?

Faça mais. Estude mais. Trabalhe mais. Produza mais. Insista mais.

E às vezes isso é necessário. Mas não sempre.

Há momentos em que trabalhar mais apenas aumenta o cansaço.

Mercúrio nos apresenta outra inteligência.

A inteligência de observar. Mover. Experimentar. Mudar a linguagem. Conversar com outra pessoa. Entrar em outro ambiente. Testar outro formato. Criar uma ponte. Negociar. Fazer uma coisa simples. Ir.

Talvez você não precise aumentar sua força. Talvez precise aumentar sua fluidez.

 

    Cinco perguntas para colocar Mercúrio em movimento

Pegue uma folha e responda sem tentar produzir a resposta perfeita:

1. O que existe hoje em mim que possui valor, mas ainda está pouco utilizado?

Pode ser um conhecimento, uma habilidade, uma experiência, um contato, uma ideia ou algo que você faz quase naturalmente.

 

2. Quem precisaria conhecer esse valor?

Não responda “todo mundo”. Dê nomes. Pessoas. Grupos. Empresas. Mercados.

 

3. Eu consigo explicar claramente o que entrego?

Se alguém perguntasse agora “por que eu deveria contratar você?”, você conseguiria responder sem se esconder atrás do currículo?

 

4. Onde estou usando esforço quando poderia usar movimento?

Que tarefa, projeto ou forma de trabalhar está consumindo muito mais energia do que precisaria?

 

5. Que fronteira eu evitaria menos se reconhecesse mais profundamente o meu próprio valor?

A câmera? Uma proposta? Um preço? Uma ligação? Uma nova área? Uma parceria? Um convite? Uma mudança?

 

    Saia dos paninhos

Talvez você ainda tenha medo. Tudo bem.

Talvez ainda não saiba exatamente o que encontrará. Tudo bem também.

Hermes não saiu de casa com um plano estratégico de dez anos.

Ele saiu. E encontrou coisas. Criou outras. Aprendeu. Negociou. Errou. Se relacionou. Atravessou mundos.

Há uma parte da construção da carreira que realmente exige planejamento. Mas existe outra que só se revela quando colocamos o pé na estrada.

Talvez exista uma lira escondida numa “tartaruga” que você ainda considera banal.

Talvez um contato antigo carregue uma parceria que nunca foi imaginada.

Talvez uma habilidade sua, tão natural que você nem a considere valiosa, seja exatamente aquilo que alguém pagaria para receber.

Talvez exista um mundo profissional inteiro atrás de uma porta que você ainda não atravessou.

E talvez você esteja esperando se sentir pronto para começar uma travessia cuja prontidão só será construída durante a própria travessia.

Então não quero terminar este texto dizendo simplesmente:

“Tenha coragem.”

Quero deixar algo mais acolhedor.

Olhe para a sua história. Reconheça suas feridas. Cuide delas. Reconheça também tudo aquilo que você já construiu.

Não diminua isso. Não espere deixar de sentir medo para honrar seu valor. Você não precisa negar suas partes frágeis para colocar suas partes potentes em movimento.

Pode levar tudo com você. Mas vá.

Porque algumas coisas só acontecem quando a gente vai para a vida.

E talvez o próximo grande movimento da sua carreira não comece quando você adquirir aquilo que ainda não possui. Talvez ele comece no dia em que você olhar para aquilo que já está em suas mãos e disser:

Isso tem valor.

Depois encontrar uma forma de comunicar. Encontrar alguém. Criar uma troca. E deixar circular.

Porque uma carreira não cresce apenas quando você se torna melhor.

Ela cresce quando aquilo que você tem de melhor encontra caminhos para chegar mais longe.

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